Base de Conhecimento
Perguntas & Respostas
Tire suas dúvidas sobre imóveis, lançamentos, financiamento e muito mais.
Informações Gerais
6 perguntas
Juliano Aliotto é corretor de imóveis credenciado pelo CRECI/SP, especializado em lançamentos residenciais na região de Jaú/SP. Com atendimento personalizado, auxilia desde a escolha do imóvel ideal até a aprovação do financiamento e entrega das chaves — sem custo adicional para o comprador.
O atendimento é 100% personalizado e sem compromisso. Você entra em contato pelo WhatsApp, formulário do site ou telefone. Juliano responde pessoalmente, entende seu perfil (renda, necessidades, estilo de vida), faz simulações de financiamento e apresenta as melhores opções disponíveis — tudo de forma gratuita.
Zero. O comprador não paga nada pelo serviço de corretagem. A comissão do corretor é paga pela construtora ou incorporadora. Você recebe toda a assessoria — simulação de financiamento, acompanhamento de documentação, negociação de condições — sem nenhum custo adicional.
Basta clicar em "Agendar Visita" no site, enviar mensagem pelo WhatsApp ou ligar diretamente. O atendimento funciona de segunda a sábado. Você conhece o imóvel pessoalmente, tira todas as dúvidas sobre planta, acabamento, infraestrutura do bairro e condições de pagamento.
O foco principal é Jaú/SP e cidades vizinhas: Bocaina, Bariri, Dois Córregos, Mineiros do Tietê, Pederneiras e região. Compradores de qualquer localidade são bem-vindos — atendimento remoto via WhatsApp e videochamada disponível para quem está fora da região.
Absolutamente. A visita serve justamente para isso: conhecer o imóvel, entender o bairro, sentir o espaço. Muitos clientes visitam 2 ou 3 opções antes de decidir. Não há compromisso e você terá toda a liberdade para avaliar no seu tempo.
Por que ter um Corretor?
6 perguntas
Comprar direto parece mais simples, mas esconde riscos graves: imóveis com pendências judiciais, dívidas ocultas de IPTU/condomínio, problemas na matrícula, contratos com cláusulas abusivas. O corretor verifica toda a documentação, identifica riscos que o comprador leigo não vê, negocia condições melhores e acompanha cada etapa do processo. Muitas pessoas que compraram "por conta" descobriram problemas depois — quando o prejuízo já estava feito.
Os riscos são sérios: perda total do investimento se houver penhora judicial sobre o imóvel, impossibilidade de registrar a escritura, cobrança de dívidas do antigo proprietário (como IPTU atrasado que segue o imóvel, não a pessoa), ou até ação de despejo se o vendedor não era o real proprietário. O corretor faz a análise prévia de matrícula, certidões negativas e documentação — evitando esses cenários.
O corretor conhece as regras de cada banco, as faixas do Minha Casa Minha Vida, os critérios de aprovação e as taxas praticadas. Ele monta sua simulação em múltiplos bancos, indica o mais vantajoso para seu perfil, orienta sobre documentação necessária e acompanha o processo de aprovação. Sem essa orientação, muitos compradores escolhem o banco errado e pagam milhares a mais em juros ao longo do financiamento.
Sim, em quase todos os casos. O corretor tem relacionamento com construtoras e incorporadoras, conhece as tabelas de preço, sabe quais unidades têm margem para negociação e em quais momentos (lançamento, estoque parado, último lote). Além disso, negociações diretas costumam falhar porque o comprador não sabe o real valor de mercado e aceita condições que poderiam ser melhores.
Nenhuma — são nomes para a mesma profissão regulamentada pela Lei 6.530/78. O corretor de imóveis precisa ter registro ativo no CRECI (Conselho Regional de Corretores de Imóveis) do seu estado. Sempre confirme se o profissional tem CRECI ativo antes de fechar negócio. O registro de Juliano Aliotto pode ser verificado diretamente no site do CRECI/SP.
O CRECI é o Conselho Regional de Corretores de Imóveis, órgão que regulamenta e fiscaliza a profissão. Corretores sem CRECI exercem a profissão ilegalmente e não oferecem garantias ao comprador. Se algo der errado numa transação com um "corretor" sem registro, você não tem a quem recorrer. Sempre exija o número do CRECI — ele é sua garantia de que está lidando com um profissional habilitado.
Financiamento
8 perguntas
O financiamento permite pagar o imóvel em parcelas mensais ao banco, com prazo de até 35 anos (420 meses). Você dá uma entrada (mínimo 20% do valor no financiamento convencional) e financia o restante. As parcelas são calculadas com base na renda familiar — a regra geral é que não ultrapassem 30% da renda bruta mensal. Existem dois sistemas de amortização: SAC (parcelas decrescentes, mais comum) e PRICE (parcelas fixas).
Sim. O FGTS pode ser usado para: dar entrada no imóvel, amortizar o saldo devedor durante o financiamento ou quitar parcelas atrasadas. Requisitos: ter pelo menos 3 anos de trabalho com FGTS (não precisa ser consecutivo nem no mesmo empregador), não ter financiamento ativo pelo SFH, não possuir outro imóvel residencial no mesmo município onde mora ou trabalha, e o imóvel deve ser para moradia própria com valor dentro do limite do SFH.
Depende do valor do imóvel e do prazo. Regra prática: divida o valor da parcela por 0,30 para saber a renda mínima. Exemplo: para um apartamento de R$250.000 com entrada de 20% (R$50.000), financiando R$200.000 em 360 meses, a parcela inicial fica em torno de R$1.800/mês — exigindo renda mínima de R$6.000/mês. A renda pode ser composta entre cônjuges, companheiros ou até familiares em alguns bancos.
As taxas variam mensalmente e dependem do perfil do comprador. Em geral: Caixa Econômica Federal tem as melhores taxas para Minha Casa Minha Vida e financiamento popular; Itaú e Bradesco costumam ter boas condições para clientes com relacionamento; Banco do Brasil é competitivo na taxa fixa. Juliano simula em todos os bancos para encontrar a menor taxa efetiva para o seu caso específico.
Com restrições ativas no CPF, o financiamento bancário é negado na análise de crédito. Mas isso não precisa ser permanente: recomendamos regularizar a situação (muitas dívidas podem ser negociadas com desconto), e enquanto isso, é possível reservar a unidade com a incorporadora usando parcelamento direto de entrada. Juliano orienta sobre o melhor caminho para limpar o nome e viabilizar o financiamento.
O MCMV é o programa habitacional do governo que oferece subsídios (desconto no valor do imóvel) e taxas de juros reduzidas. Faixas em 2024/2025: Faixa 1 (renda familiar até R$2.640/mês — maior subsídio, taxas a partir de 4% a.a.); Faixa 2 (renda até R$4.400/mês — subsídio moderado); Faixa 3 (renda até R$8.000/mês — sem subsídio, mas taxas reduzidas). O valor máximo do imóvel varia por região. Entre em contato para simular seu enquadramento.
Sim, mas a comprovação de renda é diferente. Autônomos podem usar: declaração do Imposto de Renda, extratos bancários dos últimos 6-12 meses, Decore (Declaração Comprobatória de Percepção de Rendimentos) emitida por contador, ou contrato de prestação de serviço. Para trabalhadores informais, os extratos bancários são o principal caminho. Cada banco tem critérios próprios — Juliano orienta qual a melhor documentação para o seu caso.
No sistema SAC (Sistema de Amortização Constante), as parcelas começam maiores e diminuem ao longo do tempo — você paga mais no início, mas o custo total é menor. No sistema PRICE (Tabela Price), as parcelas são fixas do início ao fim — mais previsível, mas o custo total é maior. Para financiamento de longo prazo (20-35 anos), o SAC costuma ser mais vantajoso. Juliano calcula as duas opções para você comparar.
Processo de Compra
6 perguntas
O processo completo: 1) Definição do perfil e orçamento (o que você precisa e quanto pode investir); 2) Pré-análise de crédito (verificar capacidade de financiamento); 3) Escolha do imóvel e da planta; 4) Reserva da unidade (contrato de reserva + sinal); 5) Envio de documentação ao banco; 6) Análise e aprovação do crédito; 7) Assinatura do contrato de financiamento; 8) Registro em cartório; 9) Entrega das chaves. Juliano acompanha todas as etapas.
No financiamento convencional: mínimo 20% do valor do imóvel. No Minha Casa Minha Vida: pode ser menor (até 10% em alguns casos, dependendo da faixa). O FGTS pode compor a entrada. O sinal de reserva (geralmente R$1.000 a R$5.000) faz parte da entrada. Muitas incorporadoras parcelam a entrada em até 36x durante a obra — Juliano detalha as condições de cada empreendimento.
O contrato de reserva formaliza seu interesse numa unidade específica. Ao assiná-lo, você paga um sinal (valor que será descontado da entrada) e a unidade fica reservada durante o processo de aprovação de crédito. Se o financiamento for negado, o sinal geralmente é devolvido (verifique as cláusulas). Após aprovação, o contrato evolui para a escritura definitiva de compra e venda.
Documentos pessoais: RG, CPF, certidão de nascimento ou casamento, comprovante de residência atualizado. Documentos de renda: holerites dos últimos 3 meses (CLT), declaração do IR com recibo (autônomos), extratos bancários (informais). Se usar FGTS: extrato do FGTS e carteira de trabalho com as últimas anotações. Se casado: documentos do cônjuge também são necessários.
Pontos críticos: 1) Matrícula atualizada do imóvel (emitida há menos de 30 dias); 2) Certidões negativas do vendedor (cível, criminal, trabalhista, fiscal); 3) Certidão de ônus reais (se há penhora, hipoteca ou outro gravame); 4) Memorial descritivo da obra (para imóveis na planta); 5) Prazo de entrega e multa por atraso; 6) Cláusula de distrato (condições de desistência). Nunca assine sem ler — Juliano explica cada cláusula.
Sim, mas há consequências financeiras. Pela Lei do Distrato (Lei 13.786/2018): se o empreendimento tem patrimônio de afetação, a multa é de até 50% dos valores pagos; sem patrimônio de afetação, até 25%. O prazo para devolução é de até 30 dias após o habite-se. Por isso é fundamental fazer a análise de crédito antes de assinar — para ter certeza de que o financiamento será aprovado.
Investimento Imobiliário
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Historicamente, sim. O mercado imobiliário brasileiro tem oferecido retornos consistentes acima da inflação, especialmente em cidades com crescimento econômico e populacional como Jaú/SP. Imóveis na planta podem valorizar de 20% a 40% entre o lançamento e a entrega. Além da valorização, o aluguel gera renda passiva mensal. A grande vantagem sobre outros investimentos é a proteção contra inflação e a segurança patrimonial.
Na maioria dos casos, sim — e por vários motivos: 1) Preço menor que o imóvel pronto (descontando a valorização durante a obra); 2) Condições facilitadas de entrada (parcelada durante a construção); 3) Potencial de valorização até a entrega (historicamente 20-40%); 4) Possibilidade de escolher as melhores unidades (andar, posição solar, vista). O risco existe (atraso na obra, problemas da construtora), por isso é importante comprar de incorporadoras sólidas.
O rendimento de aluguel (cap rate) em Jaú gira em torno de 0,4% a 0,7% do valor do imóvel por mês. Exemplo prático: um apartamento de R$250.000 pode gerar aluguel de R$1.000 a R$1.750/mês (0,4% a 0,7%). Apartamentos de 2 quartos em bairros centrais têm alta demanda e vacância baixa. A rentabilidade real (aluguel + valorização anual) costuma superar a maioria das aplicações de renda fixa.
Fatores essenciais: 1) Localização — proximidade de comércio, transporte, escolas e serviços; 2) Perfil da demanda local (em Jaú, 2 quartos têm maior liquidez); 3) Custo de condomínio (impacta diretamente a rentabilidade); 4) Potencial de valorização do bairro; 5) Facilidade de revenda (liquidez); 6) Qualidade da construtora e acabamento. Juliano analisa esses fatores e indica os imóveis com melhor relação custo-retorno.
Depende do perfil e do horizonte de investimento. Imóvel: protege contra inflação, gera renda passiva (aluguel), tende a valorizar no longo prazo, mas tem baixa liquidez (demora para vender). Renda fixa: mais líquida, rendimento previsível, mas perde para inflação em muitos cenários. Na prática, imóveis na planta têm superado consistentemente o CDI quando se soma valorização + aluguel. A diversificação é o ideal — ter imóvel E renda fixa.
Sim, é possível e em alguns casos vantajoso tributariamente. Empresas do Lucro Presumido ou Simples Nacional podem comprar imóveis para investimento. A tributação sobre aluguel pode ser menor que na pessoa física (depende do regime). Porém, não é possível usar FGTS na compra por PJ, e o financiamento bancário para PJ tem taxas diferentes. Consulte um contador e fale com Juliano para avaliar se vale a pena no seu caso.
Documentação e Segurança
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A matrícula é o "RG do imóvel" — documento do Cartório de Registro de Imóveis que contém todo o histórico: proprietários, transações, hipotecas, penhoras, ônus e restrições. Antes de qualquer compra, a matrícula deve ser analisada para verificar se o vendedor é realmente o dono, se não há dívidas vinculadas ao imóvel e se ele pode ser legalmente vendido. Nunca compre um imóvel sem analisar a matrícula atualizada.
Certidões essenciais: 1) Certidão de matrícula atualizada (Cartório de Registro de Imóveis); 2) Certidão negativa de ônus reais; 3) Certidões negativas do vendedor: cível, criminal, trabalhista, Justiça Federal, fiscal (municipal, estadual, federal); 4) Certidão de quitação de IPTU; 5) Certidão negativa de débitos condominiais. Todas devem ter menos de 30 dias de emissão. Juliano solicita e analisa todas essas certidões para você.
A escritura é o contrato público de compra e venda, lavrado no Tabelionato de Notas. Ela formaliza a transação, mas por si só não transfere a propriedade. O registro é o ato de inscrever a escritura na matrícula do imóvel no Cartório de Registro de Imóveis — só depois do registro você se torna legalmente proprietário. Existe um ditado no direito imobiliário: "quem não registra não é dono". As taxas de escritura e registro são de responsabilidade do comprador.
Os custos variam por estado e valor do imóvel. Em São Paulo: a escritura custa em torno de 1% a 2% do valor do imóvel; o registro gira em torno de 1%. Além disso, há o ITBI (Imposto de Transmissão de Bens Imóveis), cobrado pela prefeitura, que em Jaú é de 2% do valor venal ou de transação (o maior). No financiamento, o contrato bancário substitui a escritura pública, reduzindo esse custo.
O ITBI (Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis) é um imposto municipal cobrado na transferência de propriedade. Em Jaú/SP, a alíquota é de 2% sobre o valor venal ou de venda (o maior). É pago pelo comprador e deve ser quitado antes do registro no cartório. Para imóveis financiados pelo Minha Casa Minha Vida na Faixa 1, pode haver isenção ou desconto no ITBI — Juliano verifica essas condições.
Tecnicamente sim (contrato particular de compra e venda), mas é extremamente arriscado. Sem escritura e registro, você não é legalmente proprietário. O vendedor pode vender o mesmo imóvel para outra pessoa, o imóvel pode ser penhorado por dívidas do vendedor, e você não consegue financiar nem usar como garantia. Sempre formalize com escritura e registro — é sua proteção legal.
Lançamentos e Plantas
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É um imóvel que ainda será construído ou está em construção. Você compra com base no projeto (plantas, memorial descritivo, maquete 3D) a um preço geralmente menor que o imóvel pronto. A entrega acontece após a conclusão da obra (normalmente 18 a 36 meses). A vantagem é a entrada facilitada (parcelada durante a obra) e o potencial de valorização. O risco é o prazo de entrega e eventuais alterações no projeto.
O pagamento é dividido em fases: 1) Sinal na reserva (R$1.000 a R$5.000); 2) Entrada parcelada durante a obra (20% a 30% do valor, em parcelas mensais); 3) Financiamento bancário na entrega das chaves (70% a 80% restantes). Exemplo prático: apartamento de R$250.000 — sinal de R$2.000, entrada de R$48.000 parcelada em 24x de R$2.000 durante a obra, e R$200.000 financiados pelo banco na entrega.
A Lei 13.786/2018 permite atraso de até 180 dias (6 meses) sem penalidade. Após esse prazo, o comprador pode: 1) Aguardar a entrega e receber multa da construtora; 2) Distrato com devolução integral dos valores pagos + multa. O contrato deve especificar essas condições. Por isso é fundamental comprar de construtoras com histórico sólido — Juliano conhece o mercado local e recomenda apenas incorporadoras confiáveis.
Depende da construtora e da fase da obra. Muitas incorporadoras oferecem opções de personalização (kit acabamento, posição de pontos elétricos, integração de ambientes). Quanto antes você comprar, mais possibilidades de personalização. Após a conclusão da estrutura, as opções ficam limitadas. Juliano informa quais personalizações cada empreendimento oferece.
Verifique: 1) Registro da incorporação no cartório (RI — obrigatório por lei); 2) Patrimônio de afetação (garantia de que os recursos da obra ficam segregados); 3) Histórico de entregas — visite empreendimentos já entregues; 4) Situação jurídica e fiscal da empresa; 5) Avaliações de compradores anteriores. Juliano trabalha apenas com construtoras que ele pessoalmente verificou e acompanhou.
Locação
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Documentos do locatário: RG, CPF, comprovante de renda (mínimo 3x o valor do aluguel), comprovante de residência atual, carteira de trabalho (se CLT). Se tiver dependentes, documentos deles também. A garantia locatícia pode ser: fiador (com imóvel quitado no mesmo município), seguro-fiança, título de capitalização ou depósito caução (até 3 aluguéis).
Cada opção tem prós e contras: Fiador — sem custo, mas difícil de conseguir (precisa ter imóvel quitado); Seguro-fiança — custo anual (cerca de 1 aluguel/ano), prático e aceito pela maioria; Depósito caução — valor de até 3 aluguéis, devolvido ao final com correção; Título de capitalização — parcelável, devolvido ao final. A escolha depende da disponibilidade e preferência do locatário e do proprietário.
Durante o prazo do contrato (geralmente 30 meses), o proprietário só pode retomar o imóvel nas hipóteses previstas em lei (infração contratual, falta de pagamento, necessidade para uso próprio). Após o prazo, se o contrato virar indeterminado, o proprietário pode pedir a desocupação com 30 dias de antecedência. Conhecer seus direitos é fundamental — Juliano orienta locatários e proprietários.
O aluguel é reajustado anualmente pelo índice previsto no contrato (mais comum: IGP-M ou IPCA). O reajuste é automático na data de aniversário do contrato. Se o índice estiver muito alto, é possível negociar com o proprietário. Além do reajuste anual, a cada 3 anos qualquer das partes pode pedir revisão judicial do valor para adequação ao mercado.
Principais obrigações: pagar aluguel e encargos em dia (condomínio, IPTU se previsto em contrato, água, luz); manter o imóvel em bom estado de conservação; informar o proprietário sobre danos; não fazer modificações sem autorização; devolver o imóvel nas mesmas condições em que recebeu (laudo de vistoria). Reparos estruturais são responsabilidade do proprietário; manutenção de uso é do inquilino.
Primeiro Imóvel
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O primeiro passo é entender quanto você pode investir. Faça uma simulação de financiamento (Juliano faz gratuitamente) para saber: qual valor de parcela cabe no seu orçamento, quanto de entrada você precisa, se seu FGTS pode ser usado. Com esse panorama, começamos a buscar imóveis que se encaixam no seu perfil. Não se preocupe em saber tudo — o papel do corretor é justamente guiar você em cada etapa.
Para um apartamento de R$250.000 (referência em Jaú/SP): entrada mínima de R$50.000 (20%) — que pode incluir FGTS e ser parcelada durante a obra em lançamentos. Além da entrada, reserve cerca de R$15.000 a R$20.000 para custos cartorários (escritura, registro, ITBI). Em lançamentos, o sinal inicial pode ser de apenas R$2.000 a R$5.000, e o restante da entrada é parcelado durante a construção.
Depende do momento de vida e das condições financeiras. Comprar vale mais quando: você tem estabilidade na cidade, a parcela do financiamento é próxima do valor do aluguel, e você pode dar entrada de pelo menos 20%. Alugar vale mais quando: você pode precisar se mudar em breve, não tem reserva para entrada, ou o preço dos imóveis está muito acima da renda de aluguel (relação preço/aluguel acima de 200x). Juliano ajuda a analisar o seu cenário específico.
Sim, e esta é justamente a situação ideal para usar o FGTS! Quem nunca teve imóvel residencial próprio tem mais facilidade para se enquadrar nas regras. Requisitos: ter pelo menos 3 anos de trabalho com carteira assinada (soma-se todos os períodos, mesmo em empresas diferentes), não ter financiamento ativo pelo SFH, e o imóvel deve ser para moradia própria. Não há valor mínimo de FGTS — qualquer saldo pode ser utilizado.
O financiamento imobiliário é a dívida mais segura que existe: a taxa é a menor do mercado (muito menor que carro, cartão ou empréstimo pessoal), as parcelas diminuem ao longo do tempo (sistema SAC), você pode amortizar com FGTS a cada 2 anos, e o imóvel tende a valorizar enquanto a dívida é corrigida pela TR (quase zero). Além disso, há seguro obrigatório que quita o financiamento em caso de invalidez ou falecimento. A parcela de hoje, que parece pesada, será proporcionalmente pequena daqui a 10 anos.
Sim. Trabalhadores informais, autônomos e MEIs podem financiar imóvel. A comprovação de renda é feita por: extratos bancários dos últimos 6-12 meses (movimentação consistente), declaração do Imposto de Renda, faturamento do MEI, ou Decore emitida por contador. A Caixa aceita até declaração de renda informal com firma reconhecida. Juliano conhece os requisitos de cada banco e orienta a melhor forma de comprovar sua renda.
Mais Perguntas
30 perguntas
O processo completo: 1) Definição do perfil e orçamento; 2) Pré-análise de crédito; 3) Escolha do imóvel e da planta; 4) Reserva da unidade (contrato + sinal); 5) Envio de documentação ao banco; 6) Aprovação do crédito; 7) Assinatura do contrato de financiamento; 8) Registro em cartório; 9) Entrega das chaves. Juliano acompanha todas as etapas.
No financiamento convencional: mínimo 20% do valor do imóvel. No Minha Casa Minha Vida: pode ser menor (até 10% em alguns casos). O FGTS pode compor a entrada. Em lançamentos, a entrada costuma ser parcelada durante a obra.
Documentos pessoais: RG, CPF, certidão de estado civil, comprovante de residência. Comprovante de renda: holerites (CLT), declaração do IR (autônomos), extratos bancários (informais). Se usar FGTS: extrato do FGTS e carteira de trabalho. Se casado: documentos do cônjuge.
Pontos críticos: matrícula atualizada do imóvel, certidões negativas do vendedor, certidão de ônus reais, memorial descritivo da obra, prazo de entrega e multa por atraso, cláusula de distrato. Nunca assine sem ler — Juliano explica cada cláusula.
O financiamento permite pagar o imóvel em parcelas mensais ao banco, em prazo de até 35 anos. Você dá uma entrada (mínimo 20%) e financia o restante. As parcelas não podem ultrapassar 30% da renda bruta mensal. Os dois sistemas são SAC (parcelas decrescentes) e PRICE (parcelas fixas).
Sim. O FGTS pode ser usado para entrada, amortização ou quitação. Requisitos: 3 anos de trabalho com FGTS, não possuir outro imóvel residencial no município, e o imóvel deve ser para moradia própria.
Regra prática: a parcela não pode exceder 30% da renda bruta. Exemplo: parcela de R$1.800/mês exige renda mínima de R$6.000/mês. A renda pode ser composta (cônjuge, companheiro ou familiar). Simulação gratuita disponível.
Caixa Econômica Federal (melhores taxas para MCMV), Banco do Brasil, Bradesco, Itaú e Santander. A escolha depende do perfil do comprador. Juliano simula em todos para encontrar a menor taxa.
Programa do governo com subsídios e taxas reduzidas. Faixa 1 (renda até R$2.640/mês — maior subsídio), Faixa 2 (até R$4.400/mês), Faixa 3 (até R$8.000/mês). O valor do imóvel e subsídio variam por região.
Sim. Autônomos comprovam renda com declaração do IR, extratos bancários ou Decore. Trabalhadores informais usam extratos bancários. Cada banco tem critérios próprios — Juliano orienta a melhor documentação para cada caso.
A matrícula é o RG do imóvel — documento do cartório com todo o histórico: proprietários, transações, hipotecas, penhoras e restrições. Antes de qualquer compra, a matrícula deve ser analisada. Nunca compre sem verificar.
A escritura é o contrato público de compra/venda lavrado no tabelionato. O registro é a inscrição na matrícula do imóvel no cartório — só depois do registro você é legalmente proprietário. Ditado: quem não registra não é dono.
Em São Paulo: escritura ~1-2% do valor, registro ~1%, ITBI 2% (imposto municipal). Para imóvel de R$250.000, reserve ~R$12.500 a R$15.000 para custos cartorários. No financiamento, o contrato bancário substitui a escritura.
Essenciais: certidão de matrícula atualizada, certidão de ônus reais, certidões negativas do vendedor (cível, criminal, trabalhista, fiscal), certidão de quitação de IPTU, certidão de débitos condominiais. Todas com menos de 30 dias.
Historicamente sim. Imóveis na planta podem valorizar 20-40% até a entrega. Aluguel gera renda passiva. A grande vantagem: proteção contra inflação e segurança patrimonial, superando renda fixa no longo prazo.
Na maioria dos casos sim: preço menor, entrada facilitada (parcelada durante a obra), potencial de valorização, e escolha das melhores unidades. O risco é o prazo de entrega — por isso compre de incorporadoras sólidas.
O rendimento gira em torno de 0,4% a 0,7% do valor do imóvel por mês. Apartamento de R$250.000 pode gerar R$1.000 a R$1.750/mês de aluguel. A rentabilidade real (aluguel + valorização) costuma superar a renda fixa.
Depende do perfil. Imóvel: protege contra inflação, gera renda passiva, mas tem baixa liquidez. Renda fixa: mais líquida, mas perde para inflação em muitos cenários. O ideal é diversificar — ter imóvel E renda fixa.
RG, CPF, comprovante de renda (mínimo 3x o aluguel), comprovante de residência. Garantia locatícia: fiador (com imóvel quitado), seguro-fiança, título de capitalização ou depósito caução (até 3 aluguéis).
Fiador: sem custo, mas difícil de conseguir. Seguro-fiança: ~1 aluguel/ano, prático. Depósito caução: devolvido ao final. Título de capitalização: parcelável. A escolha depende da disponibilidade do locatário.
Reajuste anual pelo índice do contrato (IGP-M ou IPCA). É automático no aniversário do contrato. A cada 3 anos, qualquer parte pode pedir revisão judicial do valor.
Imóvel que ainda será construído. Você compra com base no projeto a preço menor que o pronto. Entrega em 18 a 36 meses. Vantagens: entrada facilitada e potencial de valorização.
Sinal na reserva + entrada parcelada durante a obra (20-30% do valor) + financiamento bancário na entrega das chaves (70-80% restantes).
A Lei 13.786/2018 permite atraso de até 180 dias. Após isso, o comprador pode aguardar (com multa da construtora) ou pedir distrato com devolução integral dos valores pagos.
Primeiro passo: simulação de financiamento (gratuita) para saber quanto cabe no orçamento. Depois, busca de imóveis no seu perfil. Não se preocupe em saber tudo — o corretor guia cada etapa.
Comprar vale quando: estabilidade na cidade, parcela próxima do aluguel, entrada disponível. Alugar vale quando: possibilidade de mudança, sem reserva para entrada. Análise personalizada disponível.
O financiamento imobiliário tem a menor taxa do mercado, parcelas decrescentes (SAC), possibilidade de amortizar com FGTS, e seguro que quita em caso de invalidez/falecimento. A parcela de hoje será pequena daqui a 10 anos.
Comprar direto esconde riscos: pendências judiciais, dívidas ocultas, problemas na matrícula, contratos abusivos. O corretor verifica documentação, identifica riscos, negocia condições melhores e acompanha cada etapa — sem custo para o comprador.
Sim, 100%. A comissão é paga pela construtora/incorporadora. Você recebe assessoria completa sem custo adicional.
O CRECI é o conselho que regulamenta corretores de imóveis. Sem CRECI, o profissional exerce ilegalmente e você não tem garantias. Sempre exija o número do CRECI — é sua proteção.
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